19 anos após o atentado de 11 de setembro, pessoas ainda são prejudicadas

Hoje completam 19 anos desde o atentado de 11 de setembro de 2001, em Nova York nos Estados Unidos. O ataque terrorista foi organizado pela al-Qaeda, onde 19 terroristas sequestraram 4 aviões Boeing e colidiram dois com as “torres gêmeas”, um no Pentágono e um caiu em uma área sem prédios.

O primeiro avião a colidir com a Torre Norte do World Trade Center foi um Boeing com 76 passageiros e 11 membros da tripulação, que faria a rota de Boston à Los Angeles. Os cinco sequestradores colidiram a aeronave às 08:46 da manhã do dia 11 de setembro. Após 17 minutos, exatamente às 09:03 da manhã, o segundo avião sequestrado (com 51 passageiros e 9 membros da tripulação) colidiu com a Torre Sul.

(Créditos: Spencer Platt/ Getty Images)

Às 09:37, após as colisões nos prédios conhecidos como “torres gêmeas”, o terceiro avião sequestrado, com 53 passageiros e 6 membros da tripulação, colidiu com o Pentágono (Sede de Departamento de Defesa dos Estados Unidos). O último avião, que partia para São Francisco, contava com um total de 33 passageiros e 7 membros da tripulação, e neste os passageiros se rebelaram fazendo com que os terroristas derrubassem o avião no chão em uma área rural.

Para sequestrar os aviões, os terroristas usaram armas brancas para esfaquear e matar os pilotos das aeronaves. Após os ataques, a Torre Sul e Norte desmoronaram, causando impacto na terceira torre do complexo que veio a cair no final da tarde do mesmo dia. No total houveram quase 3mil mortes incluindo os passageiros dos aviões, as vítimas que estavam no World Trade Center e os terroristas.

(Créditos: Richard Drew)

Pessoas se jogavam dos prédios que estavam pegando fogo por não terem outra saída a não ser enfrentarem a morte.

Mesmo após 19 anos do ocorrido, o maior atentado da história ainda gera muitas vítimas que estão sofrendo problemas ligados indiretamente ao 11 de setembro. Após a queda dos prédios, uma nuvem de fumaça tóxica cobriu a cidade por dias, fazendo com que diversos cidadãos ficassem expostos e que desenvolvessem problemas de saúde ao longo dos anos.

(Créditos: Hubert Boesl/dpa/Corbis/ Getty Images)

Diversas pessoas que prestaram socorro às vítimas, entre bombeiros, socorristas, médicos e voluntários, enfrentaram um risco maior de desenvolverem algum tipo de câncer, de acordo com um estudo feito em 2011 pela revista científica The Lancet.

Um censo do World Trade Center Health Program, programa destinado aos sobreviventes do atentado, contabilizou cerca de 10.000 casos de câncer que estão ligados ao ataque.

“ É impossível para um indivíduo determinar a causa exata (de um câncer), já que nenhum exame de sangue vem com a etiqueta “WTC”, mas vários estudos mostraram que a taxa de câncer aumentou entre 10% e 30% nas pessoas expostas às cinzas” — explicou David Prezant, chefe médico dos bombeiros nova-iorquinos.

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