A renúncia do primeiro-ministro Shinzo Abe: opiniões se dividem

Hoje (28), Shinzo Abe, o primeiro ministro do Japão, renuncia por motivos de saúde, após sete anos e oito meses servindo ao seu cargo.

Shinzo Abe anunciou em uma coletiva de imprensa que deixará o seu cargo de primeiro-ministro do Japão. Abe havia feito exames de saúde, e a sua condição física levantava preocupações.

Na coletiva de imprensa, Shinzo Abe agradeceu a população por estarem se esforçando em meio ao calor exaustivo, e por estarem enfrentando a pandemia do coronavírus. Explicou sobre sua condição física que o fez renunciar o seu cargo, a colite ulcerosa, uma doença intestinal crônica. “Sinto muito pelas pessoas que perderam suas vidas por causa da Covid-19, mas agradeço os profissionais da linha de frente que está ajudando a população”, disse Abe.

A New York Times citou há alguns dias atrás que Shinzo Abe iria renunciar o seu cargo como primeiro-ministro, após quatro dias que havia atingido o recorde do seu mandato. A relação do Japão com os Estados Unidos foi considerada a melhor entre os líderes. Trump e Abe eram vistos jogando golfe, o que aparecia uma construção de confiança entre os países.

É dito que a renúncia do cargo de Abe terá um grande impacto no governo de Trump, já que o mesmo acreditava que Abe era uma forte influência entre os países da Ásia. O governo americano está a procura de informações sobre a tendência política do governo japonês pós a renúncia de Shinzo Abe.

O governo chinês e a renúncia do primeiro-ministro do Japão

“Estamos sabendo da renúncia do primeiro-ministro do Japão, porém, como isso é algo interno do Japão, preferimos não comentar. Esperamos que a relação dos dois países seja de união, progresso e desenvolvimento.”, disse o representante do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian.


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