Alunos chineses estão sendo monitorados por pulseiras eletrônicas

Após ficarem três meses em casa, os estudantes de Pequim retornaram às aulas nesta segunda-feira (11) equipados por uma pulseira eletrônica que é capaz de medir a temperatura corporal em tempo real e emitir um sinal de alerta em caso de febre.

De acordo com o jornal Beijing Daily, os professores e os pais dos alunos conseguem “monitorar” como eles estão por meio de um aplicativo no celular e caso a temperatura fique acima de 37,2 graus, a pulseira envia automaticamente sinais eletrônicos para os professores, que são instruídos a entrarem em contato com a polícia chinesa.

Um professor disse ao jornal, que a pulseira eletrônica é muito semelhante a um rastreador fitness comum e que as escolas recomendam que os alunos possam usá-la 24 horas por dia.

O dispositivo está sendo testado em pelo menos cinco distritos da capital chinesa e está sendo a mais nova tecnologia adotada pelo país para ajudar a controlar novos casos de infecções. A China foi o primeiro país a ser afetado pelo coronavírus e hoje acumula um total de 83.000 casos registrados e cerca de 4.633 óbitos.

Medidas como: o monitoramento da temperatura, o uso obrigatório de máscaras e o distanciamento social aliadas à tecnologia, estão permitindo que as escolas do país retornem às atividades normais gradativamente.

Embora a China aparentemente tenha “controlado” a primeira onda de infecções por coronavírus, as autoridades do país estão se esforçando para que não ocorra uma segunda onda de coronavírus com foco nas escolas.

A China também implantou câmeras térmicas em algumas áreas públicas para ajudar a controlar a temperatura da população e muitos lugares do país, exigem que as pessoas apresentem um aplicativo que determina o risco de infecções com base nos históricos de viagens.

 


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