Cerca de 16% de trabalhadores do sexo masculino tiraram Licença-paternidade

Um recorde de 16,4% dos trabalhadores masculinos do governo de Tóquio tiraram licença para cuidar dos filhos no ano fiscal de 2019, disse o ministro responsável pela reforma do serviço público nessa terça-feira (26).

A proporção aumentou 4 pontos percentuais em comparação com o ano fiscal de 2018 até março de 2019, e atingiu a meta do governo de 13% até 2020, disse Taro Kono em uma entrevista coletiva.

“Temos que tornar a licença-paternidade comum em nossa sociedade”, disse Kono. Ele sugeriu a necessidade de continuar incentivando os funcionários públicos a tirar dias de folga para cuidar dos filhos recém-nascidos.

Mesmo com o governo incentivando os homens dos setores público e privado a tirarem a licença para cuidar dos filhos, a prática não é comum no Japão, país com taxa de natalidade em declínio.

O Ministério da Saúde relatou a proporção mais alta entre funcionários do sexo masculino elegíveis, 59.2%. O Ministério das Finanças também teve uma alta taxa de 43,6%. Os ministérios que ficaram abaixo da meta de 13% incluem o Ministério da Defesa e a Agência da Casa Imperial, ambos com pouco mais de 5%. Números comparáveis ​​começaram a ser compilados no ano fiscal de 2004.

Entre os que tiraram a licença, 68,4% dos homens ficaram fora por um mês ou menos, seguidos por 15,5% que tiraram licença por mais de um mês, mas não por mais de três meses.

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