via: Global firms race to develop COVID-19 remedy to make up for vaccines with limited efficacy - The Mainichi

International

Empresas mundiais estão na corrida para desenvolver remédio contra a COVID-19

2021.06.02

A corrida para desenvolver medicamentos para tratar a COVID-19 está acelerando, a medida que também acumula expectativas para o que seria um potencial revolucionário para o fim da pandemia.

As vacinas contra o coronavírus não são 100% eficazes na prevenção de infecções, embora sejam essenciais para reduzir os riscos. Para compensar essa falta, grandes empresas farmacêuticas estão competindo para se destacarem no desenvolvimento de um remédio potencial.

Avanços Internacionais

A farmacêutica norte-americana Pfizer está um passo à frente de vários rivais no desenvolvimento de medicamentos contra o coronavírus. Segundo o CEO da Pfizer, Albert Bourla, eles já estão buscando aprovação de um medicamento oral para tratar o coronavírus e, se aprovado, será disponibilizado até o final de 2021 nos Estados Unidos.

Além da Pfizer, o governo do Reino Unido também anunciou o desenvolvimento de medicamentos que serão usados por pacientes contra o coronavírus e por aqueles que convivem com os infectados.

Avanços nacionais 

No Japão, a empresa PeptiDream (empresa de descoberta de drogas sediada em Kawasaki/Kanagawa) e que surgiu na Universidade de Tóquio, está desenvolvendo compostos que obstruem a entrada do coronavírus nas células. Os testes clínicos começarão já no final de 2021.

Outra empresa japonesa, a BioPharma Inc. (sediada em Minato Ward/Tóquio) também está envolvida no desenvolvimento de medicamentos orais para pacientes com sintomas leves da COVID-19. A empresa tem o objetivo de iniciar os testes em humanos em 2022.

A empresa Bonac Corp. (sediada em Kurume/Fukuoka) é experiente em medicina de ácido nucléico, que ao ligar-se aos genes dos vírus invasores das células, os desintegra e evita a proliferação do vírus. A empresa avançou no desenvolvimento de medicamentos em parceria com a Universidade de Nagasaki e outros órgãos e pretende iniciar testes clínicos no ano fiscal de 2022.

“As vacinas não previnem 100% das infecções. É importante que haja um medicamento oral que possa ser tomado com segurança antes de criar uma imunidade forte por um longo período de tempo com as vacinas”– disse Isao Teshirogi, presidente da farmacêutica Shionogi &Co.

Leia também:

Pessoas com menos de 65 anos receberão vouchers para vacinas a partir de meados de junho

Japão intensifica esforços para conter variante indiana à medida que os casos aumentam

#coronavírus


Empresas mundiais estão na corrida para desenvolver remédio contra a COVID-19 International