Mais de 40% das empresas japonesas planejam aumentar os preços, revela pesquisa

Além da pandemia prolongada do coronavírus, a invasão da Ucrânia pela Rússia levou ao aumento dos preços do petróleo e das matérias-primas. Esse aumento de custos será repassado ao preço final dos produtos, afetando nosso estilo de vida.

Desde o início de 2022, temos ouvido cada vez mais notícias sobre aumentos de preços, como o da gasolina, conta de luz, pão e itens de necessidade diária.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Teikoku Data Bank com empresas de todo o Japão entre 1 a 5 de abril, mais de 30% das empresas realizaram “aumentos de preços entre outubro de 2021 e março de 2022”.

Além disso, 43,2% das empresas aumentarão seus preços em até um ano após abril, sendo 25,7% em “abril” e 11,1% em “maio”.

Separando por setor as empresas que já elevaram os preços, os percentuais de “aço/não siderúrgico/industrial” ( 59,8%) e “fabricação química” (55,6%) são elevados.

O setor de “fabricação de alimentos e bebidas / rações” destaca-se com 73,1% com pretensão de aumentar os preços dentro de um ano após abril.

Por outro lado, “quero aumentar o preço, mas não consigo” foi a resposta de 16,4% das empresas, o que representa cerca de 1 em cada 6 empresas.

Em relação ao consumo pessoal, como varejo, alimentos e bebidas, educação e entretenimento, 43,2% das empresas esperam aumentos de preços dentro de um ano após abril de 2022, o que pode levar a um arrefecimento ainda maior do sentimento do consumidor.

“O aumento de preços de matérias-primas, materiais de embalagem, papelão ondulado, etc, impossibilitou manter os lucros nos preços anteriores”.

Fonte: Nippon

Imagem e destaque: Canva

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