Primeiro-ministro diz que regra de ‘apenas homens’ no trono imperial continuará a ser priorizada

A política japonesa é regida por uma monarquia parlamentarista, onde o imperador ainda é a figura mais importante porém seus poderes são limitados. Diversas pesquisas e materiais de estudo mostram que desde 660 a.C já existia a figura do Imperador no Japão, e até os dias atuais o cargo nunca foi ocupado por uma mulher.

De acordo com o primeiro-ministro Yoshihide Suga, a regra de sucessão exclusivamente masculina continuará a ser prioridade quando se trata do trono japonês, fazendo com que a ideia de uma Imperatriz seja cada vez mais utópica.

Em um programa de rádio, Suga afirmou que manteria ativas as discussões sobre como garantir uma sucessão imperial estável depois de recebe apelos do parlamento para tratar do assunto. O programa foi gravado no dia 18 de dezembro de 2020 porém transmitido nesse domingo (3) pela Nippon Broadcasting System.

O assunto tem sido comentado devido à preocupações de que a casa imperial possa ficar sem herdeiros. Atualmente, apenas três homens estão na fila para suceder o atual imperador, Naruhito (60), sendo eles seu irmão mais novo (príncipe herdeiro Fumihito, de 55 anos), seu sobrinho (Hisahito, de 14 anos), e seu tio (príncipe Hitachi, de 85 anos). O imperador Naruhito e a imperatriz Masako têm uma filha de 19 anos, a princesa Aiko, porém a Lei da Casa Imperial de 1947 afirma que apenas os homens na linha paterna podem ascender ao Trono.

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