O relatório de produção industrial divulgado nesta terça-feira (30) mostrou que a produção industrial do Japão continua em declínio mesmo com o fim das restrições do estado de emergência.

A queda da produção se deve ao impacto do coronavírus no setor manufatureiro que é dependente das exportações, e ao impacto geral na economia japonesa.

. Queda da produção nas fábricas 

Segundo os dados divulgados pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria (METI), a produção industrial do Japão caiu 8,4% em maio (a previsão dos analistas sugeria um declínio de 5,9%). A produção geral das fábricas caiu pelo quarto mês consecutivo, algo que não acontecia desde o ano de 2012.

. Desemprego 

Um outro relatório, mostrou que a taxa de desemprego no Japão aumentou para o nível mais alto em três anos. No mês de maio, a taxa subiu para 2,9% em relação a taxa de 2,6% em abril (um aumento de 0,3 pontos).

A relação entre oferta de emprego e candidato, também caiu para 1,2 em maio, o que significa que haviam 120 ofertas de emprego para cada 100 candidatos (o número mais baixo desde julho de 2015).

. Perspectivas de melhora 

Embora o Japão tenha suspendido o estado de emergência e permitido o reinício das atividades econômicas, a fraca demanda global não oferece perspectivas imediatas de melhora.

No entanto, em uma nota positiva, os fabricantes consultados pelo Ministério da Economia esperam que a produção suba para 5,7% no mês de junho e 9,2% no mês de julho.

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