ESPECIAL: Você estudou para ser mãe e pai? | Patrícia Garcia

Alguns sim, outros não! E como é isso?!?

Na verdade, quando o filho nasce, não nasce somente a criança, nasce também uma mãe e um pai. É no dia a dia, na prática que se aprende a lidar com os desafios. Há quem diga que nada melhor que a experiência, há quem prefira recorrer aos estudiosos através de conhecimento, técnicas e ferramentas.

Hoje existe muito material, disponível e gratuito, sobre maternidade, paternidade, desenvolvimento infantil, disciplina positiva, desenvolvimento socioemocional. Ou seja, a informação está acessível, e mesmo assim vemos tantas famílias com dificuldades nas demandas diárias. Porque isso acontece?

É preciso levar em conta o ambiente, a história e o perfil de cada família. A rotina de trabalho, os valores da família e a administração do tempo contribuem muito para dificuldades de relacionamento, problemas de comunicação, falta do sentimento de pertencimento, instabilidade emocional.

Por isso, o primeiro passo é identificar a situação atual, ou seja, a demanda existem e a origem dela, onde está a falha, ou o que pode ser mudado. A partir disso, busca a melhor estratégia para a evolução. E aqui pode ser a linha que você mais acredita ou o que você quer tentar primeiro.

Sim, tudo na vida vem com tentativas! Treino. Muito treino e perseverança! Saber que a mudança não será do dia para noite e que você, mãe e pai, vai precisar se envolver no processo, e não somente responsabilizar o filho ou sentir-se culpado.

Ao falar sobre culpa, qual é o pai ou a mãe que tem ou já se sentiu culpado alguma vez durante sua vida? TODOS! Sem exceção. Em algum momento, já rolou
aquela culpa “poderia fazer diferente ou melhor.” Mas e aí, você realmente vira a chave e busca mudar? Ou fica somente carregando esse peso da culpa e sofrendo, enquanto seu filho e filha estão enfrentando os desafios do mundo sem muito auxílio?

Gente, esta é a grande virada: é preciso agir! Não dá para acessar os melhores conteúdos sobre o assunto que você precisa, se realmente não colocar em prática as ferramentas.

Nós, do Projeto Chōchō, oferecemos diversos conteúdos nas nossas redes sociais, com dicas, ferramentas, técnicas, palestras, mentorias e visitas ao nossos grupos para as famílias, mas nada disso trará resultados se você não aplicar, se envolver e quiser evoluir junto com seus filhos. Já segue a gente lá nas redes sociais!

Quando uma família procura o Chōchō, a primeira recomendação é: venha de coração aberto e se entregue ao processo. Aproveite as experiências que seu filho (a) está vivendo e reflita sobre os assuntos na sua vida. Outra dica é lembre-se de como você se sentia quando era criança ou adolescente. Quantas vezes você quis ser encorajado pelo seu pai, quantas vezes você queria que sua mãe simplesmente ouvisse e não julgasse…

O indivíduo tem a capacidade de esquecer-se dos detalhes mediante a situações traumáticas ou de forte sofrimento, este é uma autodefesa! E tá tudo bem, se isso
aconteceu com você. Mesmo assim, olhe para a criança ou o adolescente que está próximo a você e pergunte-se:

“O que ele está precisando no momento?” ‘

”Será que é o lançamento daquele jogo ou de uma conversa acolhedora?”

”Será que é um tênis de marca ou um abraço?”’

Muitos buscam compensar com bens materiais, a falta de tempo ou presença. Mas esse é um tópico para outro dia.

A verdade é que não há manual, nem receita de bolo para ser pai e mãe, mas há conhecimento e profissionais que podem ajudar no processo. E também há empatia, comunicação e amor que também ajudam muito. Utilize-se do que é melhor para você e sua família.

Agora temos um super convite para fazer a você, no dia 22 de janeiro, em Hamamatsu, vamos começar um novo módulo do Processo Evolutivo Chōchō. Vamos ajudar crianças e jovens a lidar com os relacionamentos, autoestima e muito mais. Agende sua visita!

Se precisar de ajuda neste processo, conte com o Chōchō.

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